Hotel Paraguai

corredorO Hotel

Localizado no Centro da Cidade, no coração financeiro do Rio de Janeiro. Perto do berço da boemia carioca e principais teatros, boates, bares e restaurantes da região.

Tendo a sua disposição uma variedade de suítes e apartamentos, cada um com sua particularidade tanto em decoração quanto em tamanho. Com cozinha 24h e ampla garagem com manobrista.

A Região

A aproximadamente 3 minutos da Lapa, ponto de lapareferência para os amantes da vida noturna, uma das características marcantes do bairro é a harmonia com que convivem as mais diversas tribos musicais.

A aproximadamente 6 minutos da Cinelândia, onde reside dezenas de teatros, boates, bares e restaurantes, tornando-a referência em matéria de diversão popular.

A aproximadamente 10 minutos da Praça Mauá, região de várias atividades comerciais ligadas ao turismo e ao câmbio, incluindo bares e boates.

A aproximadamente 7 minutos da Glória, considerado o primeiro bairro da Zona Sul carioca, com seu comércio de restaurantes e bares.

A aproximadamente 10 minutos da Tijuca como um dos bairros mais tradicionais e de urbanização mais antiga do Rio, localizam bares, boates e as escolas de samba Salgueiro, Unidos da Tijuca e Império da Tijuca, tradicionais no carnaval carioca.

A aproximadamente 4 minutos da Av. Presidente Vargas, principal acesso para os bairros Estácio, Praça da Bandeira, São Cristóvão, Maracanã dentre outros.

Lapa é um bairro de classe média da Zona Central do município do Rio de Janeiro, no Brasil. Possui uma grande variedade de bares, restaurantes, boates e pubs temáticos, que atendem a todos os gostos ao longo de suas treze ruas. Sendo conhecido como o "berço" da boemia carioca, na atual efervescência do bairro, quinze novos estabelecimentos foram abertos apenas em 2009. Também é famosa pela arquitetura, a começar pelo Aqueduto da Carioca, sua principal referência e cartão postal. Foi construído para funcionar como aqueduto nos tempos do Brasil Colonial, e desde 1896, serve como via para o bonde que liga o centro da cidade ao bairro de Santa Teresa. Até 2012 era um dos cinco sub-bairros do Centro, sendo emancipado por razões culturais.

História

O Aqueduto da Carioca é considerado a obra arquitetônica de maior importância do Rio Antigo e um dos principais símbolos da cidade. A imponente construção em estilo romano tem 17,8 metros de altura, 270 metros de extensão e 42 arcos que ligam o bairro de Santa Teresa ao Morro de Santo Antônio. O Aqueduto da Carioca foi construído em 1723, no período do Brasil Colonial e tinha, como objetivo, conduzir a água do Rio Carioca da altura do Morro do Desterro, atual bairro de Santa Teresa, para o Morro de Santo Antônio. A obra ajudaria a resolver o problema da falta de água na cidade. Problema este que já era antigo. Os estudos para trazer as águas do Rio Carioca para a cidade começaram nos primeiros anos do século XVII, mas as obras de instalação de canos de água no Rio de Janeiro só tiveram início um século depois.

Residiram na Lapa: Machado de Assis (no número 264 da Rua da Lapa ) e diversos de seus personagens, Carmem Miranda, Manuel Bandeira, Jorge Amado (em momento de sua vida), Péricles Maranhão (autor de "O Amigo da Onça"), Lamartine Babo, Orestes Barbosa, Villa-Lobos etc. Nos últimos tempos, o paisagismo da Lapa sofreu significativas alterações. Onde era o Largo dos Pracinhas (uma praça anexa ao Aqueduto da Carioca), hoje existe o Circo Voador. A Rua dos Arcos, que atravessa o aqueduto, era um via ocupada por edificações centenárias, entre elas a Fundição Progresso, que hoje é uma "casa de shows". A região nasce no final da Zona Sul, quando a Rua da Glória torna-se a Rua da Lapa. Também faz limite com o bairro de Santa Teresa e com o sub-bairro de Fátima, no Centro.

A Cinelândia é o nome popular da região do entorno da Praça Floriano, no centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, englobando a área desde a Avenida Rio Branco até a Rua Senador Dantas, e da Evaristo da Veiga até a Praça Mahatma Gandhi, onde outrora ficava o Palácio Monroe.

A Praça Floriano localiza-se num largo aberto durante as obras de construção da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco). Ocupa parte do terreno do antigo Convento da Ajuda, construído no século XVIII e demolido na primeira década do século XX.

Cinelândia e Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

A idéia de transformar a nova praça, cercada pelos prédios da Biblioteca Nacional, da Câmara Municipal (Palácio Pedro Ernesto), do antigo Supremo Tribunal Federal, do Palácio Monroe e do Theatro Municipal numa versão brasileira da Times Square veio do empresário Francisco Serrador, um espanhol radicado no Brasil e proprietário de cassinos, cinemas, teatros e hotéis.

O nome Cinelândia popularizou-se a partir dos anos 30. Dezenas de teatros, boates, bares e restaurantes instalaram-se na região, tornando-a referência em matéria de diversão popular.

A Cinelândia foi também palco de algumas das manifestações políticas mais importantes da história do Brasil. É até hoje o local favorito para exibições de ativistas políticos nacionalistas e de esquerda.

Com a popularização dos shopping-centers, as salas de exibição foram deixando pouco a pouco a Praça Floriano. Atualmente funciona no local apenas o cinema Odeon.

Arquitetura

Monumento a Floriano Peixoto, no centro da praça.
O entorno da Praça Floriano é marcado por imponentes construções nos estilos Eclético, Neoclássico, Art Nouveau e Art déco. Em estilo eclético, destacam-se os prédios do Theatro Municipal, do Museu Nacional de Belas Artes, do antigo Supremo Tribunal Federal (atualmente Centro Cultural da Justiça Federal) e da Câmara de Vereadores. Um exemplo de construção em estilo Neoclássico é a Biblioteca Nacional do Brasil. Destacam-se também o edifício Wolfgang Amadeus Mozart, conhecido popularmente como Amarelinho, e o Odeon. O edifício Francisco Serrador, construído em 1944, destaca-se pela sua forma circular.

Ao centro, encontra-se o monumento erigido em homenagem ao Marechal Floriano, inaugurado em 1910.

O projeto paisagístico original da praça foi profundamente alterado no final dos anos 1970, quando as obras de construção da estação Cinelândia do metrô obrigaram a instalação de grandes saídas de ar. Ao término dessas obras, foi demolido o Palácio Monroe, antiga sede do Senado Federal, cuja destruição foi motivada por campanha lançada pelo jornal [Globo] em 1974, alegando atrapalhar o trânsito, além de atrapalhar as obras do metrô. Isso privou a Praça Floriano de um de seus mais belos edifícios. No terreno do palácio, encontra-se hoje um chafariz monumental, conhecido atualmente como "Chafariz do Monroe", na Praça Mahatma Gandhi (Rio de Janeiro).

 

A Praça Mauá é uma praça localizada no centro da cidade do Rio de Janeiro, no início da Avenida Rio Branco e da zona portuária.

O centro da praça é ocupado pela estátua de Irineu Evangelista de Souza, Barão de Mauá, industrial pioneiro do Brasil. Colocada sobre uma coluna, é obra do escultor Rodolfo Bernardelli e foi inaugurada em 1910, por iniciativa do Clube de Engenharia.

O novo porto da cidade foi construído entre 1904 e 1910 e representou um grande avanço para o comércio e indústria. Junto à praça se encontra a Estação Terminal de Passageiros do porto, um curioso e pequeno edifício com uma torre em estilo medievalista e belos vitrais no interior. Na praça também se localiza o imponente edifício Príncipe D. João, construído por volta de 1912 em estilo clássico, com um corpo central dotado de cúpula afrancesada, além do moderno edifício RB1.

Outro ícone da praça é o edifício do jornal "A Noite" (chamado hoje Edifício Joseph Gire), um marco da arquitetura em concreto armado no Brasil, finalizado em 1930. O autor do projeto Art Déco foi Joseph Gire, arquiteto francês também responsável pelo hotel Copacabana Palace e pela sede do Iate Clube do Rio de Janeiro. O edifício tem 22 andares foi um dos primeiros a marcar a tendência verticalista da arquitetura da cidade, seguindo o modelo das grandes cidades dos Estados Unidos e afastando-se dos modelos europeus. No seu auge, nas décadas de 1930-40, o edifício foi um ponto muito badalado no centro da cidade, mas a proximidade do porto o levou à decadência. No edifício funciona desde 1936 a Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Por estar localizada próxima ao local de desembarque de navios de passageiros e de marinha mercante, a região desenvolveu várias atividades comerciais ligadas ao turismo e ao câmbio, incluindo bares e boates de prostituição. A construção do Elevado da Perimetral sobre parte da praça também a prejudicou esteticamente, mas ultimamente a mesma vem passando por um flagrante processo de revitalização, assim como o restante da Zona Portuária, que inclui os bairros de Gamboa, Saúde e Santo Cristo (Porto Maravilha).

Na Praça Mauá se localizam a sede do INPI, da Polícia Federal do Rio de Janeiro, o Arsenal da Marinha e o Terminal Rodoviário Mariano Procópio. Além disso, há no local e proximidades diversos restaurantes da moda.

A Praça Mauá é o ponto final da rodovia BR-040. A partir da Praça Mauá, a BR-040 segue pela Avenida Rodrigues Alves/Elevado da Perimetral e posteriormente pela Avenida Brasil.

Glória é um bairro de classe média alta da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Até metade do século XX, o bairro era o berço da aristocracia carioca; devido a sua proximidade com as sedes governamentais no Centro e no Catete, tendo a maior concentração de embaixadas da cidade; contudo, após a transferência da capital para Brasília, sofreu profundo abandono e, somente após cinco décadas de descaso, que vem recebendo investimentos de revitalização da Prefeitura. Localiza-se entre os bairros do Centro, Santa Teresa, Catete, Lapa e Flamengo. É o bairro histórico mais valorizado e bem-conservado da cidade; possuíndo ainda uma localização estratégica entre as zonas Central e Sul, tendo uma rápida conexão através de sua estação de metrô.

História

Segundo o escritor francês Jean de Léry, que fez parte da expedição francesa que tentou implantar a França Antártica na Baía de Guanabara no século XVI, existia uma aldeia tupinambá no sopé do atual Outeiro da Glória, em uma das foz do Rio Carioca (mais especificamente, a foz do Rio Catete, que era um braço do Rio Carioca). Tal aldeia se chamava Kariók ou Karióg ("casa de carijó") e teria dado origem ao atual gentílico da cidade do Rio de Janeiro, "carioca".

Na região, ocorreram violentos combates entre portugueses e seus aliados indígenas, de um lado e franceses e tupinambás, do outro, durante a expulsão dos franceses da região pelos portugueses no século XVI, pois os franceses e os tupinambás haviam construído uma forte paliçada na área, o Entrincheiramento de Uruçumirim. Em uma dessas batalhas, em 20 de janeiro de 1567, foi mortalmente ferido o líder português Estácio de Sá, que havia fundado a cidade do Rio de Janeiro dois anos antes. O bairro deve seu nome à Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, construída no século XVIII. Em torno da igreja, consolidou-se o povoamento do bairro.

A igreja teve papel de destaque na corte do rei português dom João VI. O imperador brasileiro dom Pedro II batizou-se nela[9] . Nela, também foi batizado o escritor brasileiro Lima Barreto. Atualmente, é o local onde são batizados os descendentes - do ramo fluminense - de dom Pedro II. Até os anos 1930, era considerado o "Saint-Germain-des-Prés carioca", pois, desde fins de 1880, abrigava hotéis que serviam de residência a deputados e senadores em exercício no Rio de janeiro, então capital federal.

Boa parte de seus modelos arquitetônicos e urbanismo inspiraram-se em Paris: basta considerar a Praça Paris, inaugurada em 1929 , que é um verdadeiro jardim francês. Em 11 de maio de 1881, foi fundada a Igreja Positivista do Brasil no número 74 da atual Rua Benjamin Constant. Tal organização viria a ter um importante papel na Proclamação da República do Brasil, oito anos depois. Em 1899, o bairro foi um dos principais cenários descritos no clássico livro da literatura brasileira "Dom Casmurro", de Machado de Assis, além de estar presente em outros livros seus como "Esaú e Jacó" e "Memorial de Aires". Em 1900, foi inaugurado o Monumento ao Quarto Centenário do Descobrimento do Brasil pelos Portugueses.

Em 1905, foi construído o relógio do Largo da Glória, que continua sendo uma referência arquitetônica do bairro até hoje. Em 15 de agosto de 1922, foi inaugurado o Hotel Glória. Entre os anos 1930 e 1960, os casarões em estilo eclético e boa parte das vilas operárias do bairro foram derrubados para dar lugar aos prédios que caracterizam o bairro atualmente. Nessa época, o escritor brasileiro Mário de Andrade morou no número 5 da Rua Santo Amaro .

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, no alto do Outeiro da Glória.
Em 1956, foi inaugurado o restaurante "Casa da Suíça", que continua a ser uma referência cultural do bairro até hoje. Em 1965, foi inaugurado o Parque Brigadeiro Eduardo Gomes. Em 1979, foi inaugurada a Marina da Glória. Em 2004, foi inaugurado o Memorial Getúlio Vargas.

Tijuca é um bairro nobre da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Seu índice de qualidade de vida no ano 2000, era de 0,887, o 18º melhor do Rio de Janeiro, dentre 126 bairros avaliados, sendo considerado alto. Segundo dados de 2010, possuí 163 805 habitantes. Está entre os bairros mais antigos, tradicionais e populosos da capital carioca.

História

Brasão do bairro da Tijuca
Logo após a vitória dos portugueses sobre os franceses no episódio da França Antártica, em 1565, a região do atual bairro da Tijuca foi ocupada pelos padres jesuítas, que, nela, instalaram imensas fazendas dedicadas ao cultivo da cana-de-açúcar. Nessa época, foi construída uma capela dedicada a São Francisco Xavier que deu o nome à fazenda dos jesuítas mais próxima do Centro da cidade: a Fazenda de São Francisco Xavier. Em 1759, com a expulsão dos jesuítas do Brasil pelo Marquês de Pombal, as suas fazendas foram vendidas a centenas de novos sitiantes.

Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho, marco histórico do bairro da Tijuca
A região passou a caracterizar-se pelas suas chácaras e, a partir do século XX, passou a ser um bairro tipicamente urbano. Ainda assim, possui a terceira maior floresta urbana do mundo, a Floresta da Tijuca, plantada por determinação de dom Pedro II na segunda metade do século XIX pelo major Archer em terras de café desapropriadas, para combater a falta de água que se instalara na então capital do império. Trata-se de uma floresta secundária, uma vez que é fruto de um replantio, compreendendo espécies que não são nativas da mata atlântica, a cobertura vegetal original.

Data de 1859 até 1866 o funcionamento pioneiro da primeira linha de transporte em veículos sobre trilhos no Rio de Janeiro, com tração animal, anterior ao bonde elétrico, ligando o Largo do Rocio (a atual Praça Tiradentes) ao Alto da Boa Vista.

Em 23 de agosto de 1985, o decreto 5.280 definiu os atuais limites do bairro.